segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

E de repente me vi novamente envolta nesse sentimento. Não fui eu, que há tempos atrás jurei não acreditar mais nas pessoas? Onde está minha frieza, e onde foi parar minha razão? Você chegou e derrubou todos os meus muros. Tudo que demorei anos para construir, toda minha autodefesa, você destruiu. Eu devia estar muito de-mal-com-a-vida, devia mesmo. Quer dizer que é assim? Esgoto minhas forças tentando ser uma pessoa racional, e do nada surge alguém que me deixa prostrada, febria, doente de amor? Como pode? Eu devia estar com muita raiva mesmo! Mas, quer saber de uma? Não estou. Estou definitivamente, completamente, totalmente apaixonada. Transbordante de sentimentos bons. Virei um show pirotécnico ambulante. Vejo flores e corações em cada esquina. Dou risada na frente do espelho. Só penso em você, só quero você, só ouço você, só tenho sede, fome, e seja lá o que for, de você. Estou indefesa, totalmente exposta à este sentimento. Eu devia estar muito brava com a vida. Mas, meu amor, eu não estou.

—    Bruna Viana

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Sou como a lua, meu bem. Nem sempre terei a mesma aparência. Sou o pôr do sol: meio dia, meio noite. Nem dia, nem noite. Não se espante. Sou assim mesmo. É difícil entender alguém assim, eu sei. Mas algo em mim é maior que essa minha confusão. É bem fácil de ser compreendido, é simples, puro e sincero. É algo tão meu, mas que pertence a você. É meu amor, tão grande, que vez ou outra parece querer transbordar. (Bruna Viana)

segunda-feira, 7 de novembro de 2011


Tenho medo. medo do meu passado, das minhas lembranças, do meu futuro. Tenho medo de não achar alguém que me ame, medo de ser traída, medo de não conseguir realizar meus sonhos. tenho medo do desconhecido, medo do inesperado, medo de me machucar. a maior luta do meu dia-a-dia é superar todos esses medos, abrir um sorriso, e fingir que sou corajosa. (Bruna Viana)



quinta-feira, 3 de novembro de 2011


O quarto estava escuro e a cama, desarrumada. As roupas dele ainda estavam no armário, e sua chícara ainda estava na escrivaninha. Ela abriu a janela e se perdeu em seus pensamentos. A brisa suave tocava seu rosto, enquanto os raios do sol invadiam o quarto. Era uma manhã de outono, e as folhas úmidas cobriam o gramado. De repente ela foi tomada por uma nostalgia intensa. Um cheiro familiar lhe despertou lembranças que a muito ela tentava esquecer. Seu coração pulsava rapidamente, fazendo sua cabeça doer com a pressão. Aquele cheiro, aquele momento, aquele quarto, aquelas lembranças… Um frio percorreu sua espinha, e ela percebeu que não havia outra saída. Estava triste e magoada, mas precisava estar novamente nos braços do seu amado naquele dia. Naquela hora. Naquele instante. Urgente.  (Bruna Viana)

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Crazy life

É tanta correria, tanto vai-e-vem, tantos problemas, tanta preocupação, tantas despedidas, tantas lágrimas. São tantas dúvidas, tantos medos, tantas decepções, tantos corações partidos. É tanta solidão, tanta confusão, tanto ódio, tanta desilusão. Você acorda, toma café, e vai encarar a vida. Todos os dias. Sem parar, num círculo sem fim. E no fim do dia, quando tudo parece descansar, você já nem sabe o que vale a pena mesmo. Tanta luta, tão poucas vitórias.  Bruna Viana

domingo, 5 de setembro de 2010

...



Devia ser proibido conjugar o verbo amar no passado. Se você é capaz de dizer "eu AMAVA tal pessoa, mas já deixei de amar", então você não a amava. Quem ama de verdade, nunca esquece esse amor, mesmo que se passe o tempo, mesmo que haja distância.
Infelizmente hoje reina a banalização do amor. As pessoas mal se conhecem e já dizem "eu te amo". O amor é como uma árvore que nasce, cresce com o tempo, e precisa de cuidados. Não se ama uma pessoa sem conhecer seus defeitos e qualidades. O amor é um sentimento pleno, sem interesses, capaz de sofrer pelo amado. Por isso, defendo a ideia de que só se deve pronunciar essas três palavrinhas, quando o sentimento for verdadeiro. Aí sim, ainda que se passem 30 anos, e que os amantes estejam separados por longas distâncias, nunca se esquecerão do amor vivido.

Por: Bruna Gonçalves Viana

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Às vezes...


http://www.allmuzics.com/mp3/nxzero-agora/8.wma


... acreditamos em promessas que nos são feitas, e nos apegamos a elas, nos esquecendo que foram ditas por seres humanos. Seres que são falhos, que se esquecem do que dizem, que dizem te amo sem sentir nada...
Às vezes nos iludimos, sonhamos, e fazemos planos em cima do que nos foi prometido.
Mas geralmente, quando estamos no auge da ilusão, nos vemos sozinhos, em um barco à deriva no meio do mar. Sim, somos abandonados, e jogados na água sem nada, só com nossos sonhos... triste, mas real. É a vida, é a realidade do ser humano. Mas estou aprendendo a cada dia a lidar com isso, sei que nunca estarei completamente blindada contra as mentiras, mas saberei como lidar com a situação, quando for decepcionada por alguém.

-     Bruna Gonçalves Viana